Terás, por acaso, ó irmão dos árabes em teu alforje, alguma história boa, ou qualquer aventura maravilhosa, que nos possa contar?
Lacerda (As mil e um noites)
A arte de contar histórias
O fascínio e admiração que Malba Tahan exerce sobre mim é de uma delicadeza, de um tom tão afinado que faz meu simples sorriso tranqüilo, sorrir naturalmente cheio de graça diversas vezes.
Salim, o mágico.
Essa belíssima fábula incomparável e cheia de humor denuncia a corrupção e se faz extremamente atual, é preciso ter cuidado para não apontar nomes que “caem como uma luva” por diversas vezes... Situações que o povo brasileiro conhece tão bem são ali enunciadas de forma irônica, "A nossa polícia não dorme”, ”O capitão e os generais reformados“, "O camelo de chapa branca", “O roubo do cofre” são alguns dos sugestivos títulos, quem dera eu poder relatar capítulos inteiros desse maravilhoso livro, me encantaria. Mas “não disponho de tempo” se é que vocês me entendem.
A simples história do cordoeiro de damasco que se transformou no mais famoso mágico sírio-libanês.
Uma sátira bem conduzida, cheia de requinte árabe e por luxo uma aula magnífica sobre a cultura muçulmana. Estudioso da cultura islâmica, Malba era profundo conhecedor dos textos do Alcorão e das histórias do povo árabe. Acrescentando riquíssimo conteúdo a esse livro.
Convido todos a embarcarem nessa viagem inesquecível ao “oriente árabe”.

“É preciso encorajar as boas intenções e facilitar o caminho das pessoas bem-intencionadas”.
Escrito por Susan às 21h08
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